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Quão importante é ajudar os outros, no Budismo?

Posted on 04/12/202504/12/2025 by Edmir Ribeiro Terra

Ajahn Jayasaro

Quão importante é ajudar os outros, no Budismo?

O altruísmo está no centro do verdadeiro coração da tradição budista. O brotar da compaixão é visto como a medida de uma mente desperta. As duas virtudes inatas que se destacavam no Buda eram a sabedoria e a compaixão. O Buda iluminou-se através da sabedoria e partilhou o seu caminho de despertar com os outros, pela compaixão. No Budismo, a sabedoria e a compaixão eram consideradas inseparáveis, como duas asas de uma águia.

O desejo de fazer os outros felizes ou de os aliviar do sofrimento é uma maravilhosa jóia da mente humana. Mas, para que os nobres sentimentos conduzam a uma ação efetiva, é preciso sabedoria. As pessoas com boa intenção, mas com ausência de sensibilidade ou respeito por aqueles que estão determinados em ajudar, podem fazer mais mal do que bem.

Preconceito, impaciência, hesitação, proferir a palavra errada, ou a palavra certa no momento errado – há tantos lapsos de julgamento, tantas falhas de carácter que podem minar os melhores esforços da pessoa mais bondosa. Além do mais, e talvez o mais importante, por vezes as pessoas não querem ser ajudadas ou não estão preparadas para tal.

O Buda ensinou que a maturação é tudo. A pessoa sábia compreende que todos os seres são ‘donos de seu próprio Karma’. Ao expressarem a compaixão que brota da sabedoria e é ditada por ela, os sábios tentam ajudar outros quando podem, nunca esquecendo que nada garante que os seus esforços tenham sucesso.

Como resultado, nunca se permitem desapontar, nem desesperar, quando as coisas não resultam bem. Se se frustram no esforço feito para ajudar os outros permanecem equânimes, prontos para tentar de novo, sempre que as condições adequadas o permitam.

Qual é a atitude budista para com o vegetarianismo?

O primeiro preceito assumido pelos budistas leigos requer que se abstenham de matar seres vivos, ou que haja alguém, seu intermediário, que mate seres vivos. Todas as formas intencionais de matar criam mau carma, com sérias consequências para quem o faz. Contudo, no caso das pessoas que compram e consomem carne de um supermercado, por exemplo, não decorre qualquer karma (kamma), dado não estarem diretamente envolvidos na morte desse animal em particular que lhes fornece a carne.

Não obstante, muitos budistas adotem uma dieta vegetariana, como uma vontade de evitarem qualquer conexão indireta com a morte dos animais.

O Buda também ensinou que as pessoas deviam refletir na sua relação com o ambiente onde vivem. Por esta razão, reduzir o consumo de carne, ou adotar uma dieta vegetariana pode ser considerado uma resposta inteligente e budista, face à grave ameaça para com o ambiente, feita pela crescente exigência do consumo de carne. Ainda assim não é de maneira nenhuma proibido o consumo de carne.

Se alguém lhe convida para um almoço, e diz que vai matar uma galinha ou uma novilha ou um carneiro em sua homenagem, de imdeiato recuse, pois haverá uma morte por sua causa, mesmo que você não veja ou não esteja por perto. Uma vez que a carne esteja disponível e o animal foi morto não há impedimento em consumir de forma moderada.

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