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Dia de Uposatha – reflexões e ações

Posted on 13/12/202513/12/2025 by Edmir Ribeiro Terra

Ajahn Surawut Khemachitto

De acordo com o calendário Dhammayut, hoje (13 de dezembro) é um dia de uposatha1; compartilhamos este ensinamento do Dhamma de Ajahn Golf. Que todos os devas (seres superores) se alegrem com isso. Que eles compartilhem sua alegria com todos aqueles que lerem, curtirem e compartilharem esta publicação, e também com seus pais, familiares, parentes e entes queridos.

Aprendendo a Fingir de Bobo

Às vezes, devemos fingir que não vemos.
Às vezes, devemos fingir que não ouvimos.
Às vezes, devemos fingir que somos mudos.
Às vezes, devemos fingir que não sabemos como.
Às vezes, devemos fingir que não sabemos absolutamente nada.
Pois algumas coisas estão além da nossa capacidade de consertar ou controlar.
Deixe cada kamma (ou karma) amadurecer para o seu dono.
Não perca tempo se intrometendo nos assuntos dos outros.
É melhor gastá-lo examinando o que há de bom e o que há de ruim dentro de nós.
Se houver algo bom, nutra-o e deixe-o crescer.

Se houver algo ruim, corrija-o, controle-o, abandone-o.
Saiba o momento certo, o lugar certo, as pessoas certas e a comunidade com a qual nos envolveremos — o quão intimamente e em que grau devemos nos envolver.
Mantenha-se em uma medida adequada, apropriada e condizente.
Tudo o que for prejudicial ou inadequado, tudo o que fizer o coração sofrer — desapegue.
Não arraste o “EU” para emaranhados e acabe pior por isso.
Tema da maneira correta; seja corajoso no lugar certo. Faça o bem seguindo o caminho certo; desapegue de acordo com o Dhamma.

“Às vezes, quando visitamos lugares diferentes, comunidades diferentes ou templos diferentes, o que nossos olhos veem, nossos ouvidos ouvem e nossa mente experimentam, nos apressamos em julgar simplesmente porque não se alinham com nossas preferências.

Pensamos: ‘Isso está errado’, ‘Isso não está certo’, ‘Isso não é bom’, ‘Isso é inaceitável’, ‘Isso não está de acordo com o Dhamma’. Como resultado, surge irritação em nossos corações.
Começamos a criticar tudo e, no final, o único que sofre somos nós mesmos.

Se nos encontrarmos nessa situação, devemos refletir:

Será que são realmente as circunstâncias externas que estão falhas, ou são nossos próprios apegos internos que estão causando o problema?
O mundo exterior está sofrendo, ou é o nosso próprio coração que está sofrendo?

Nós e os outros estamos em posições diferentes, então, naturalmente, vemos as coisas de maneira diferente. Temos nossos motivos, e eles têm os motivos deles. Pessoas diferentes, perspectivas diferentes, razões diferentes, ambientes diferentes — as coisas nunca serão exatamente iguais, nem podem agradar a todos.

Se entendermos isso, nós devemos parar de culpar os outros. Não nos sentiremos irritados ou perturbados. E quando visitarmos o templo, acumularemos mérito de verdade, em vez de perdermos nossas bênçãos. É por isso que, para guardar as portas dos sentidos, refreie sua Mente, mantenha-a neutra, sem gostar nem desgostar.
Quem puder guardar seu coração poderá escapar da armadilha de Mara (personificação do mal no Budismo).

Phra Surawat Khemachitto (Ajahn Golf) nasceu em Bangkok, Tailândia e foi ordenado monge na tradição da floresta tailandesa de Dhammayut, na província de Udon, aos 20 anos. Ele praticou com vários mestres de meditação em Udon Thani, Sakon Nakhon, Khon Kaen e Nong Bua Lamphu, e pratica diligentemente há muitos anos.

O Venerável Ajahn Golf é o Abade do mosteiro Wat Pa Anuttaro, na província de Nong Bua Lamphu (perto de Udon Thani). Ele começou a ensinar o Dhamma somente depois de ter certeza de que possuía compreensão suficiente e confiança para ensiná-lo corretamente.

  1. O dia de Uposatha é um dia de observância budista, existente desde a época do Buddha (600 a.C.) e ainda hoje celebrado pelos praticantes budistas. O Buddha ensinou que o dia de Uposatha serve para “a purificação da mente impura”, resultando em calma interior e alegria.
    Neste dia, tanto os membros leigos quanto os ordenados da sangha intensificam sua prática, aprofundam seu conhecimento e expressam compromisso comunitário por meio de atos milenares de reciprocidade entre leigos e monges. Nesses dias, os seguidores leigos fazem um esforço consciente para cumprir os Cinco Preceitos ou (como sugere a tradição) os dez preceitos. É um dia para praticar os ensinamentos do Buddha e a meditação. ↩︎
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