Este cântico pretende aumentar a confiança no Abençoado, aumentar noss fé no Dhamma e também indiretamente homenagear o grande Iluminado por si mesmo, sem depender de outros.
A menos cinco minutos ajudam a firmar e clarear a mente. Todo budista deve praticar este cântico ao menos uma vez por semana.
Categoria: Fundamentos
Puro sangue vencedor
No texto, o monge da Malásia, explica que atráves dos suttas as pessoas podem ser equiparadas em virtudes a um cavalo puro sangue que possui qualidades superiores aos demais e seja um vencedor.
O que é a Iluminação no Budismo
Há no texto uma explicação simplificada de como se vê a ILUMINAÇÃO no Budismo, na escola Theravada. Cita também os estágios de Iluminação, para quem está ainda muito abaixo do DESPERTAR final.
Dhamma visto dentro de si
Devemos olhar para nosso interior e tentar ver o Dhamma em nosso interior, para despetar para a Verdade. Despertando podemos encontrar o nosso próprio caminho.
Prática do Dhamma
O texto mostra os seis passos que devemos proceder diariamente para bem praticar o Dhamma na vida diária. Isso se dará através de estágios e com a Atenção Plena sempre fazendo parte.
Se não compreendemos o karma, muita coisa pode parecer injusta
Neste caso é mostrado que mesmo pessoas boas podem sofrer uma situação que não deveria, mas a lei do karma pode continuiar a agir, ainda que seja na próxima vida.
Comunicação com as Divindades das Árvores e Nāgas
Neste texto, mostra a comunicação do Ajahn Mun (Buridatto) com os anjos, e como ele conseguiu se relacionar com estes seres, superiores, que estando acima do reino humano, ainda carecem de orientação e aprendizado.
Aceitar o que vier é o melhor caminho
Na passagem do texto é mostrado que desavenças não levam a nenhum lugar e que a recociliação e aceitar a situação é a solução.
Como podemos preservar a Verdade
No texto o monge Sujato Bhikkhu explica como o asceta Canki atinge o esclarecimento de preservar a Verdade.
Os Oito Preceitos Uposatha
No texto há uma explicação dos procedimentos que todo budista deve fazer nos dias de UPOSATHA (lua Cheia e lua Nova) com relação aos preceitos buddistas a serem observados nestes dois dias do mês.

