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Que tal abaixar o volume do Ego?

Posted on 23/10/202623/10/2026 by Edmir Ribeiro Terra

Ajahn Mudito

O fenômeno da respiração na meditação

Há um fenômeno curioso que ocorre quando as pessoas começam a praticar meditação — e eu também passei por isso quando era leigo. Você orienta as pessoas a colocarem atenção na respiração, e imediatamente elas começam a respirar de forma estranha: a respiração fica forçada, a pessoa de repente não sabe mais respirar, sente que precisa controlar a respiração, forçá-la, torná-la mais rápida, mais lenta, e assim por diante. Basta colocar atenção na respiração e ela imediatamente se torna um fenômeno tenso. Quando a pessoa não está pensando nisso, ela respira naturalmente, sem estresse, sem nada de mais — acontece espontaneamente. Mas ponha somente atenção, e pronto: sem estragar tudo.

A causa: o ego hiperativo agindo

Isso acontece porque a mente está grosseira e o EGO está hiperativo, superativo. O ego cria tensão, cria estresse, tem tendência ao controle, obsessão por controlar — “é meu e eu controlo isso” — ou então fica tenso, preocupado, com raiva, com medo. Qualquer coisa que você coloque na frente dele, ele quer controlar, não importa o que seja; ele simplesmente faz isso, como uma máquina de estresse. Então, uma coisa tão simples como a respiração vira fonte de estresse. E o mesmo ocorre com todos os outros fenômenos da vida: lidar com os filhos, com o trabalho, olhar tudo o que as pessoas fazem — o ego vai lá e transforma numa batalha. Coisas que poderiam ser simples viram fonte de preocupação, estresse e ansiedade.

A metáfora do volume do som

Raramente ouço alguém falar sobre largar esse assunto e diminuir um pouco a intensidade. O Buda falava sobre isso nos suttas, mas sempre no contexto da Meditação, não no contexto da vida diária; os mestres que ouço falar sobre isso, em geral, também falam no contexto da meditação — mas você pode extrapolar isso para a vida diária.

Suponha que um pai ou uma mãe estejam preocupados com o filho e queiram evitar que ele sofra. É uma queixa muito comum que os pais veem falar com os monges: “Ouço necessariamente do Buda, muito bacana e legal, mas não consigo conversar com meus filhos, porque tenho um dever, porque sou a mãe, sou o pai, não posso largar, tenho que segurar, tenho que controlar. Não consigo largar e não consigo deixar de me preocupar com esse assunto.” Isso gera sofrimento. As pessoas dão conselhos — olha desse jeito, desse ponto de vista, mude de atitude — e tudo isso é bacana, mas se eu fosse comparar, compararia com uma pessoa reclamando que o som está muito alto e incomodando, imaginemos um rádio tocando heavy metal. Trocar para uma bossa nova ou música clássica dá algum alívio: é menos irritante, menos estressante. Mas e que tal abaixar o volume do som? Não ouço ninguém falar sobre isso. Em geral, nas palestras, ouve-se: em vez de heavy metal, toca bossa nova; em vez de rap, toca um sambinha, uma música clássica — isso dá certo alívio. Mas será que não dá para abaixar o som? As pessoas ficam correndo, trocando um barulho por outro.

Você fala “não tem de controlar a vida dos outros”, mas o ego continuou igual: a pessoa simplesmente agarra um assunto, larga e logo agarra outro, talvez um pouco menos agressivo do que essa obsessão de controlar, esse medo de que os filhos sofram — que é agressivo, que nos queima, um medo muito intenso.

Aí você troca, troca, troca de assunto, mas não troca o ego. O EGO continua tenso, funcionando no mesmo volume; só que em vez de heavy metal, está tocando bossa nova, mas o barulho ainda é alto.

Manipulando o ponto de vista e o karma

Não há como controlar tudo: o ego está tocando medo porque as causas e condições geram medo. Você pode ensiná-lo a tocar a aceitação, manipulando um pouco — uma das condições é, por exemplo, seu ponto de vista. Manipulando o ponto de vista, você pode tocar paciência, coragem, aceitação em vez de tocar medo. Mas depois as causas e condições continuam mudando; o mundo não para quieto, é difícil controlar as causas e condições. Você também poderia abaixar o som, diminuir a intensidade. Sugiro usar um pouco o pensamento, o ponto de vista, porque certos pensamentos levam a diminuir a intensidade — ajuda, mas não garante.

Por exemplo, refletir sobre o ponto de vista do kamma: “Sou herdeiro do meu karma; todos os seres são herdeiros do seu karma, nascidos do seu karma, existem vinculados ao seu karma. Quaisquer ações que realizem, boas ou más, delas serão herdeiros.” 1 Ter um pouco dessa visão ajuda a relaxar: “Bom, as coisas vão ser da maneira que tiverem que ser. A pessoa é assim agora por causa de um karma passado; isso não veio do nada, não veio por acidente, e também não é culpa minha — não sei o que controla isso. Eu não escolhi que as coisas fossem assim, mas são assim devido a causas e condições.” Nem tudo no mundo é culpa sua, embora as pessoas achem que, sendo pai ou mãe, tudo é problema e responsabilidade delas. Não é assim que funciona.

A questão do nascimento e do kamma (ou karma)

As coisas que as crianças falam — “eu não pedi para nascer” — isso não funciona no budismo. Se você olhar do ponto de vista budista, foi você que nasceu; não foi o pai e a mãe que colocaram você no mundo, foi você que nasceu por desejo: há o desejo por existência, por experiência, por ser, então ela nasce como ser humano. O pai e a mãe só criam uma das condições para que a criança nasça, mas quem quis nascer foi ela. Então essa história de “não pedi para nascer” está errada na visão budista, não é um raciocínio que faz sentido. Os seres, quando nascem, têm que encarar o kamma (karma em sânscrito) deles também — foram eles mesmos que o realizaram, foram eles mesmos que nasceram. Como eu falei, um pouco de brincadeira: “Meu amigo, culpa sua que mandou nascer com o pai burro, agora aguenta.” Realmente não sou muito sábio, mas consigo oferecer essa quantia de conselho.

O exemplo de Ajahn Chah e o zoológico

Como o Ajahn Chah falava: “Carrego só 50%.” Uma vez levaram-no a um zoológico no Ocidente e, ao voltar ao mosteiro, perguntaram: “Ajahn Chah, como foi ver os animais presos? Você está estimulando as pessoas a manter aqueles animais presos, não tem vergonha, não sente culpa?” Ele respondeu: “Eu não. Eu só fui ver os animais, não prendi ninguém, não mandei prender animal nenhum, não fui à África capturar elefante; fui lá e olhei. Metade do karma é deles. Quem prendeu, que se preocupe com isso, e os próprios animais também que encarem o kamma deles.” Isso é consequência de ser animal: quando você é animal, está exposto, não tem capacidade de se proteger, está submisso a quem tiver mais força — é a lei da selva.

É o karma de nascer animal: você é devorado vivo, atacado por piolhos e carrapatos, passa frio, passa fome, e na hora de morrer é devorado vivo por outro animal. E agora, com os seres humanos, mais um karma: eles destroem seu ambiente, seu habitat, capturam você e colocam numa jaula. Ninguém mandou os animais nascerem animais; é um karma deles mesmos, criar as condições para nascerem assim. Então eu pego só 50%: a outra metade é deles.

Sammā-diṭṭhi e o ponto de equilíbrio do ego

Há também uma inteligência em olhar as coisas chamadas de sammā-diṭṭhi, a Visão Correta que o Buda ensinava: através desse ponto de vista correto, você consegue apaziguar um pouco o ego — mas tem que fazer isso de maneira inteligente, e o resultado tem que ser que o ego fica mais brando, menos intenso. Não pode ficar sem força nenhuma, porque você não conseguirá funcionar: não conseguirá escovar os dentes, não conseguirá trabalhar. É preciso um EGO equilibrado. Qual é o ponto de equilíbrio? É o ponto em que você consegue existir de maneira saudável e sem muito estresse: você funciona, continua com emprego, família, cuidando da saúde, mas não sente estresse ou pelo menos não muito. Esse é o ponto de equilíbrio.

Relaxar a mente

Além disso, você pode usar um pouco o pensamento, a visão de ponto de vista — sammā-diṭṭhi ajuda bastante — mas não há como evitar: é preciso aprender a lidar com sua mente, aprender a relaxar a mente. Os mestres falavam “let’s go”, que significa desapegue. A gente ouvia “let’s go, let’s go” e “play one, play one” e eu não entendia nada: “O quê, rapaz? O que você está falando? De onde isso? Que eu não sei o que estou segurando? Como é que eu vou largar? Não tenho ideia do que você está falando.” Realmente não tinha capacidade de entender aquilo, mas eventualmente você aprende e nota o que ele está falando: é isso aqui — você relaxa sua mente. Da mesma forma que relaxa o corpo, você relaxa a mente; ela pode estar tensa ou relaxada, depende de você. As pessoas não enxergam a mente como dependendo delas porque não têm ciência dela, não têm acesso à própria mente: ela está bem ali, na cara delas, e não conseguem chegar — no budismo isso se chama Avijjā, ignorância, cegueira, incapacidade de ver. Mas se as pessoas aprenderem a olhar, a experienciar, a estar cientes da mente, começam a aprender a fazer isso: a mente cria tensão, você relaxa a mente. A mente vê a situação dos filhos e fica tensa; você relaxa aquela mente vinculada a isso e desenvolve sabedoria, o que fica ainda mais fácil.

Até o desejo de ajudar tensiona a mente

Uma das razões é que até coisas boas fazem a mente ficar tensa: até o desejo de ajudar, a preocupação, o querer que as coisas deem certo, com boa vontade — não tanto, mas existe um aspecto de controle muito comum, as pessoas querem que as coisas deem certo porque querem que seja assim. Mas também existe um bem-querer: “Poxa, eu gostaria que as pessoas se dessem bem, porque me deixa feliz ver as pessoas felizes, saber que estão bem.” Isso é algo bom; não é nibbāna, ainda é saṃsāra, mas não é a pior das manifestações. Então vamos tentar pelo menos o menos ruim, já que não conseguimos ficar perfeitos: andar na direção do menos ruim. Mas se a pessoa não ficar atenta, mesmo o “eu gostaria que as coisas dessem certo” vira estresse, ansiedade, medo, preocupação e raiva — “eu queria que desse certo para aquela pessoa, ela está impedindo, eu odeio aquela pessoa” — gerando raiva. Até o desejo de bondade faz muita pessoa ficar com raiva se ela não souber modular esse ego, não souber abaixar o volume, porque são essas coisas que o ego gera: raiva, rancor, medo, ansiedade, preocupação, apego. É o comportamento normal do EGO.

A metáfora do sistema digestivo

É como falar do sistema digestivo: ele gera cocô, fezes e flatulência — são as duas coisas que o intestino gera — mas também gera energia. Se você souber modular e ver corretamente, ele gera mais energia e vai ter um pouquinho de sujeira, mas tudo bem, vai ter uma coisa equilibrada. É o sistema digestivo que extrai da comida os nutrientes, a glicose, a gordura, tudo convertido em energia mais tarde; ele gera energia, gera os produtos químicos que mantêm o corpo vivo, mas também gera fezes, gases, líquido, sólido e gases, todo tipo de dejetos. Se você não regular bem, vai gerar muito mais dejetos do que o necessário, um problema constante; se regular bem, gera um pouco, mas não muito, nada difícil de administrar.

Conto sempre o caso da Tailândia, que demorei anos para perceber: a quantidade de banheiros que eles têm é muito grande, filas enormes de banheiros — por que tanto banheiro? Três ou quatro seriam suficientes. Mas aí você vê como é a dieta na Tailândia. No Brasil, você fala “eu quero ir no banheiro, tá bom, espero 15 minutos, vou daqui a pouquinho, deixo o banheiro liberar”. Na Tailândia não tem isso: se você quer ir no banheiro, tem que ir agora, nem morto dá para esperar 15 minutos. Então tem uma quantidade enorme de banheiros em todo lugar — qual é a dieta deles? Eles estão sempre num estado constante de diarreia, então tem que ter banheiro mesmo. Mas se você não come daquele jeito, se come de maneira um pouco mais inteligente, não é nada demais: você espera dez minutos.

Um outro amigo monge também achava muito estranho isso, é muito comum: “Vamos fazer uma refeição, vamos fazer uma atividade nesse horário?” “Não, não dá.” “Por que não?” “Nesse horário vou ao banheiro, não dá para ser depois.” “Não.” “Tem que ser nesse horário.” Eu falava: “Que estranho”, e várias pessoas, vários monges que eu conhecia tinham um pouco disso também: “Pai, mas não dá para esperar, dá para ir depois?” “Não dá, tem que ser nesse horário.” Depois de alguns anos comecei a perceber por quê. Mas se você não tem uma dieta assim, uma dieta equilibrada, normal, saudável, tudo bem, vamos fazer aquele negócio daqui a pouco, a gente vai no banheiro, não tem crise, não vira um problema.

O EGO também é assim: ele vai gerar sujeira, vai gerar raiva, medo, ansiedade e tal, mas se você fizer bem feito é só um pouquinho, nada demais, nada que um pouco de raciocínio não alivie. Mesmo que surja um pouco de ansiedade, você pensa dois pensamentos e ela desaparece; é algo simples. Você fica com raiva, pensa duas coisinhas e a raiva passa. Como o Ajahn Vajiro falou semana passada: quando você fica com raiva de uma pessoa, essa raiva é um desejo de que essa pessoa seja melhor. Só pensar isso e a raiva passa — “realmente estou com raiva, mas essa raiva na verdade é um desejo de que essa pessoa seja melhor” — e ela vira compaixão na mesma hora. Assim o EGO fica dócil quando você diminui a intensidade, quando diminui o volume; não é um problema tão sério, ainda está ali, ainda presente, ainda possui raiva, desejo, aversão, mas fica dócil, fácil de manusear, fácil de manobrar.

A relação com a meditação

Isso afeta completamente a Meditação. Se o ego é dócil, não é difícil colocar atenção na inspiração e deixá-la fluir naturalmente; não é difícil vencer a preguiça de meditar, vencer a aversão (nibbidā, em Pāli). Surge um pensamento, você deixa o pensamento e continua meditando; a mente distrai, você a traz de volta, não importa quantas vezes — é uma manobra simples. Se você não tem essa capacidade de diminuir a intensidade do ego, a mente distrai, você fica irritado, frustrado, “puxa, não está dando certo, não está conseguindo” — e desiste. Mas se consegue diminuir a intensidade, ela sai, “que chato”, você a traz de volta, insiste. Se as kilesās (impurezas) conseguem insistir, por que não consigo? Por que só elas podem insistir em distrair, e eu não posso insistir em trazer a atenção de volta para a respiração? Qual é o problema? Por que isso é um privilégio só delas e não meu? Aí você começa a mudar sua atitude, sua ideia do que é apropriado e do que não é, do que é possível e do que não é possível.

O que é possível e o que não é possível

Talvez você leia os suttas e bata um pouco diferente. Quando o Buda fala sobre as características de uma pessoa sábia, (uma pessoa astuta, habilidosa, prudente, inteligente ou dotada de conhecimento) ele diz que ela percebe o que é possível e o que não é possível, entende o que é possível e o que não é possível. Se for uma frase dessa, “sim, sei do que ele está falando, agora sei do que ele está falando.” Se você não é praticante budista ou não aprofundou o assunto, lê e entende o que é possível e o que não é possível, e não tem nada demais, nenhuma sensação especial. Mas quando você começa a trabalhar com o EGO, a ver como pode questionar seus hábitos corriqueiros, seus hábitos preconcebidos, você desenvolve novos hábitos e vê o que dá para fazer com essa mente, do que ela é capaz e do que não é: “isso aqui não dá para fazer, mas isso aqui dá para fazer.” Você começa a mudar e a ver que é sobre isso que o Buda está falando: o que de fato é a mente, o que ela realmente faz, o que realmente não faz, e o que dá para fazer.

Então, nessa questão: não dá para você controlar como vai ser a vida dos seus filhos, mas dá para fazer essa quantia aqui; essa quantia não dá, mas essa aqui dá. Aí você faz o que der para fazer — e quando faz o que dá, na verdade tem bons resultados, consegue ajudar mais do que ficando irritado querendo o que não é possível. Querendo o que não é possível, você negligencia o que é possível; negligenciando o possível, você não cria condições para que o possível se torne realidade. Então as pessoas ficam estressadas desejando o impossível, o possível é negligenciado, as coisas não saem bem, e ficam mais estressadas ainda porque nada saiu bem.

Diminuir o volume, não só trocar a música

É algo que sempre tento encorajar as pessoas: não só ficar tentando não se marretar com ideias, mas também aprender a diminuir o volume. Não só trocar a música — trocar também é bom — mas experimente diminuir o volume, porque mesmo trocando de música ainda é barulho alto; talvez não tão irritante como antes, mas ainda é barulho alto. Não tem nada melhor que diminuir o volume, porque se diminuir de verdade, nem precisa trocar de música: pode diminuir até desligar, até não ter mais barulho nenhum, sem nem se dar o trabalho de trocar. Às vezes, dependendo da sua prática, pode ser que sua sabedoria se manifeste de maneira preguiçosa — uma preguiça sábia: “Vou nem fazer esforço, é só diminuir isso. Fico com raiva, tenho que me livrar dessa raiva? Que se dane essa raiva, eu simplesmente largo. Está tocando heavy metal, tenho que trocar de música? Desliga o rádio, que se dane. Para que vou trocar de música? É mais fácil desligar. Daí pode ficar procurando, vai que não está tocando nenhuma música boa; mesmo que ache uma boa, daquela muda para outra, o cara muda e coloca um funk pancadão na sua cabeça. Se desligar o rádio, acabou, não tem mais música nenhuma, nada mais te incomoda, tá resolvido.”

Estudar bem o assunto

Então estude esse assunto: como diminuir o volume do ego, como diminuir a intensidade do EGO. Quais são as coisas que estimulam o ego a ficar mais intenso? Que tipo de estímulo sensorial, que tipo de vídeo de YouTube faz o ego ficar mais intenso? Que tipo de coisa de Instagram faz o ego ficar mais intenso? Você pode ver na hora: está ali tranquilo, olha, dá aquele baque de desejo, raiva, medo ou ansiedade — isso aqui não está ajudando; deveria ser um pouco óbvio, mas não é; é só olhar o que está acontecendo. Que tipo de estímulo, que tipo de contato faz o ego abrandar? Quando você vai dar uma caminhada, o EGO fica mais intenso ou mais tranquilo? Se olha na paisagem, fica mais intenso ou mais tranquilo? Você ouve uma pessoa boa conversando, fica pior ou melhor? Uma pessoa ruim conversando, fica melhor ou pior? Você pode estudar esse assunto.

Conclusão: relaxar a mente diretamente

E não negligencie também sentar consigo mesmo e aprender a lidar — não apenas no nível das ideias, que também pode e deve ser feito, mas aprender a lidar de maneira direta. Da mesma forma que você sabe relaxar o corpo, aprenda a relaxar a mente, aprenda a largar os estados mentais, aprenda a abrandar a intensidade da mente, a chegar o mais próximo possível daquilo que se chama equanimidade (upekkhā). procure estudar este assunto.

  1. AN 5.57 (Upajjhāṭṭhāna Sutta), e também é mencionada nos Cinco Temas de Reflexão (Abhiṇhapaccavekkhitabbaṭṭhāna) ↩︎
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