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Elemento – ÁGUA – Mahamalunkya Sutta

Posted on 14/04/202614/04/2026 by Edmir Ribeiro Terra

Sutta Pitaka (MN 62)

Em certa ocasião o Abençoado estava em Savatthi no Bosque de Jeta, no Parque de Anathapindika.

Então, ao amanhecer, o Abençoado se vestiu e tomando a tigela e o manto externo, foi para Savatthi para esmolar alimentos. O venerável Rahula também se vestiu e tomando a tigela e o manto externo, seguiu de perto atrás do Abençoado.

Nessa ocasião, o Abençoado olhou para trás e se dirigiu ao venerável Rahula assim:  “Rahula, qualquer tipo de forma material, quer seja do passado, futuro ou presente, interna ou externa, grosseira ou sutil, inferior ou superior, próxima ou distante, toda forma material deve ser vista como na verdade ela é, com a correta sabedoria, assim: ‘Isso não é MEU, isso não sou EU, isso não é o meu EU’”

“O que, Rahula, é o elemento água? O elemento água pode ser interno ou externo. Qual é o elemento água interno ? Qualquer coisa interna que pertença à pessoa, que seja líquida, aquosa e pela qual exista apego, isto é, bílis, fleuma, pus, sangue, suor, gordura, lágrimas, óleo, saliva, muco, líquido sinovial, urina ou qualquer outra coisa interna na pessoa, que seja líquida, aquosa e pela qual exista apego: é chamada de elemento água interno.

Agora, tanto o elemento água interno como o elemento água externo são simplesmente elementos água. E isso deve ser visto como na verdade é, com correta sabedoria: ‘Isso não é meu, isso não sou eu, isso não é o meu eu.’ Quando a pessoa vê dessa forma, como na verdade é, com correta sabedoria, a pessoa fica desencantada com o elemento água e faz com que a mente fique desapegada em relação ao elemento água.

 “Rahula, desenvolva uma meditação que seja como a água; pois quando você desenvolve uma meditação que é como a água, os contatos que já surgiram, agradáveis e desagradáveis, não invadirão e permanecerão na sua mente. Da mesma forma que as pessoas lavam na água coisas limpas e coisas sujas, excremento, urina, saliva, pus e sangue, e a água não fica horrorizada, repelida e enojada por isso, assim também, Rahula, desenvolva uma meditação que seja como a água; pois quando você desenvolve uma meditação que é como a água, os contatos que já surgiram, agradáveis e desagradáveis, não invadirão e permanecerão na sua mente.

 “Rahula, desenvolva a meditação do amor bondade; pois quando você desenvolve a meditação do amor bondade, toda má vontade será abandonada.

“Rahula, desenvolva a meditação da compaixão; pois quando você desenvolve a meditação da compaixão, toda crueldade será abandonada.

“Rahula, desenvolva a meditação da alegria altruísta; pois quando você desenvolve a meditação da alegria altruísta, todo descontentamento será abandonado.

“Rahula, desenvolva a meditação da equanimidade; pois quando você desenvolve a meditação da equanimidade, toda aversão será abandonada.

“Rahula, desenvolva a meditação das partes do corpo; pois quando você desenvolve a meditação das partes do corpo, toda cobiça será abandonada.

“Rahula, desenvolva a meditação da percepção da impermanência; pois quando você desenvolve a meditação da percepção da impermanência, toda presunção ‘eu sou’ será abandonada.

“Rahula, desenvolva a Atenção Plena na respiração. Quando a atenção plena na respiração é desenvolvida e cultivada, ela traz grandes frutos e grandes benefícios.

“Aqui, Rahula, um bhikkhu, dirigindo-se à floresta, ou à sombra de uma árvore, ou para um local isolado, senta-se com as pernas cruzadas, mantém o corpo ereto e estabelecendo a plena atenção à sua frente, ele inspira com atenção plena justa, ele expira com atenção plena justa.

“Rahula, assim é como a Atenção Plena na respiração é desenvolvida e cultivada, para que traga grandes frutos e grandes benefícios. Quando a Atenção Plena na respiração é assim desenvolvida e cultivada, até mesmo a última Inspiração e Expiração são percebidas no momento em que cessam, elas não são ignoradas.”

Isso foi o que disse o Abençoado. O venerável Rahula ficou satisfeito e contente com as palavras do Abençoado.

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